[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"grammar-exercise-019f7f71-dc45-7b4d-88d5-46a4e2237602":3,"grammar-exercise-lesson-019f7f71-bdec-763d-bf0b-5088f8485902":307},["Reactive",4],{"id":5,"grammarPage":6,"title":7,"instructions":8,"displayOrder":9,"questions":10},"019f7f71-dc45-7b4d-88d5-46a4e2237602","\u002Fapi\u002Fgrammar_pages\u002F019f7f71-bdec-763d-bf0b-5088f8485902","Formação e condições sintáticas","Escolha a colocação do clítico adequada à norma europeia indicada e analise a relação entre forma atual, história e alternativas de redação.",0,[11,33,51,69,88,105,124,143,162,181,200,219,238,269,288],{"id":12,"sentenceTemplate":13,"displayOrder":9,"explanation":14,"exampleSentence":15,"blanks":16},"019f7f71-dc45-7ca5-88d5-46a4e5211e59","Num compromisso institucional em futuro simples, sem elemento de próclise, a norma europeia monitorizada pede: «__1__ amanhã na secretaria.»","No futuro simples, o clítico direto «o» ocupa a posição mesoclítica: «entregá-lo-ei». A forma conserva os hífenes e a alteração de «-r + o» para «-lo».","Comunicá-la-ei à direção depois da reunião.",[17],{"id":18,"blankNumber":19,"options":20},"019f7f71-dc45-7c5d-88d5-46a4e4870464",1,[21,25,29],{"id":22,"optionText":23,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-dc45-7bd9-88d5-46a4e2b4f0fb","Entregá-lo-ei",true,{"id":26,"optionText":27,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc45-7c11-88d5-46a4e3663523","O entregarei",false,{"id":30,"optionText":31,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc45-7c39-88d5-46a4e45a0659","Entregarei-o",2,{"id":34,"sentenceTemplate":35,"displayOrder":19,"explanation":36,"exampleSentence":37,"blanks":38},"019f7f71-dc45-7d8d-88d5-46a4e6da9316","No mesmo enquadramento formal, agora na primeira pessoa do plural e com o clítico «vos», escreve-se: «__1__ as instruções depois da sessão.»","O futuro «enviaremos» separa-se para receber «vos» entre o infinitivo e a terminação: «enviar-vos-emos».","Explicar-vos-emos o procedimento no início da visita.",[39],{"id":40,"blankNumber":19,"options":41},"019f7f71-dc45-7d55-88d5-46a4e6900f7a",[42,45,48],{"id":43,"optionText":44,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-dc45-7cf1-88d5-46a4e545c73b","Vos enviaremos",{"id":46,"optionText":47,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-dc45-7d15-88d5-46a4e5643bc0","Enviar-vos-emos",{"id":49,"optionText":50,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc45-7d39-88d5-46a4e6120958","Enviaremos-vos",{"id":52,"sentenceTemplate":53,"displayOrder":32,"explanation":54,"exampleSentence":55,"blanks":56},"019f7f71-dc45-7e7d-88d5-46a4ea09fdd7","Numa hipótese formulada em condicional, sem palavra que atraia o clítico, a forma monitorizada é: «__1__ o procedimento, se tivesse tempo.»","O condicional admite mesóclise no mesmo tipo de contexto do futuro: o clítico «lhe» surge em «explicar-lhe-ia».","Apresentar-vos-íamos os dados se a reunião fosse hoje.",[57],{"id":58,"blankNumber":19,"options":59},"019f7f71-dc45-7e45-88d5-46a4e92b6d38",[60,63,66],{"id":61,"optionText":62,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-dc45-7de5-88d5-46a4e798825b","Lhe explicaria",{"id":64,"optionText":65,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc45-7e05-88d5-46a4e875e428","Explicaria-lhe",{"id":67,"optionText":68,"isCorrect":24,"displayOrder":32},"019f7f71-dc45-7e25-88d5-46a4e8cf9186","Explicar-lhe-ia",{"id":70,"sentenceTemplate":71,"displayOrder":72,"explanation":73,"exampleSentence":74,"blanks":75},"019f7f71-dc45-7f4d-88d5-46a4ebbe235c","O compromisso envolve entregar o documento ao diretor. Na construção muito formal com os clíticos «lhe + o», escreve-se: «__1__ pessoalmente.»",3,"Os clíticos fundem-se em «lho» e ocupam a posição intermédia do futuro: «entregar-lho-ei».","Mostrar-lha-ei quando a responsável chegar.",[76],{"id":77,"blankNumber":19,"options":78},"019f7f71-dc45-7f19-88d5-46a4eb446d36",[79,82,85],{"id":80,"optionText":81,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-dc45-7ebd-88d5-46a4ea765815","Entregar-lho-ei",{"id":83,"optionText":84,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc45-7ee1-88d5-46a4eac5d6f5","Lho entregarei",{"id":86,"optionText":87,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc45-7efd-88d5-46a4eafba69f","Entregarei-lho",{"id":89,"sentenceTemplate":90,"displayOrder":91,"explanation":92,"exampleSentence":93,"blanks":94},"019f7f71-dc46-708a-92a2-e47c470d4a48","Para evitar a mesóclise com uma perífrase corrente e transparente, a revisão de «entregá-lo-ei amanhã» é: «__1__ amanhã.»",4,"«Vou entregá-lo» exprime futuro próximo com o clítico ligado ao infinitivo e evita a saliência da mesóclise.","Vamos enviá-la ainda hoje.",[95],{"id":96,"blankNumber":19,"options":97},"019f7f71-dc46-7056-92a2-e47c46971fce",[98,100,103],{"id":99,"optionText":23,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-dc45-7f91-88d5-46a4ebf59ec4",{"id":101,"optionText":102,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-7012-92a2-e47c45eed240","Vou entregá-lo",{"id":104,"optionText":31,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-7036-92a2-e47c46935b2a",{"id":106,"sentenceTemplate":107,"displayOrder":108,"explanation":109,"exampleSentence":110,"blanks":111},"019f7f71-dc46-715a-92a2-e47c499b4160","O calendário torna inequívoca a referência futura, mas o autor quer uma promessa direta no presente com valor futuro: «Amanhã __1__.»",5,"«Envio-o» usa o presente com valor futuro, legitimado por «amanhã», e coloca o clítico em ênclise ao presente afirmativo.","Na próxima segunda-feira, apresentamo-la ao conselho.",[112],{"id":113,"blankNumber":19,"options":114},"019f7f71-dc46-712a-92a2-e47c4907a0e9",[115,118,121],{"id":116,"optionText":117,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-70ca-92a2-e47c4807feb3","enviá-lo-ei",{"id":119,"optionText":120,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-70ea-92a2-e47c485dd76d","vou enviá-lo",{"id":122,"optionText":123,"isCorrect":24,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-710a-92a2-e47c48e2e0e0","envio-o",{"id":125,"sentenceTemplate":126,"displayOrder":127,"explanation":128,"exampleSentence":129,"blanks":130},"019f7f71-dc46-723e-92a2-e47c4ae680ea","A negação antecede o futuro. A única forma compatível com esse elemento de próclise é: «__1__ o resultado antes da auditoria.»",6,"«Não» exige próclise: «não lhe direi». A mesóclise e a ênclise ao futuro ficam excluídas neste contexto.","Não o divulgaremos antes da autorização final.",[131],{"id":132,"blankNumber":19,"options":133},"019f7f71-dc46-720a-92a2-e47c4a0fc4a7",[134,137,140],{"id":135,"optionText":136,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-719e-92a2-e47c49aee4b4","Não lhe direi",{"id":138,"optionText":139,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-71c2-92a2-e47c49fb4637","Não dir-lhe-ei",{"id":141,"optionText":142,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-71ea-92a2-e47c4a0358c8","Não direi-lhe",{"id":144,"sentenceTemplate":145,"displayOrder":146,"explanation":147,"exampleSentence":148,"blanks":149},"019f7f71-dc46-730e-92a2-e47c4c7d2dd7","O clítico pertence à oração subordinada introduzida por «que». A redação correta é: «A porta-voz garantiu __1__ a decisão nessa tarde.»",7,"A conjunção subordinativa desencadeia próclise na oração: «que lhe diria», e não uma mesóclise depois de «que».","O diretor afirmou que nos enviaria a ata no dia seguinte.",[150],{"id":151,"blankNumber":19,"options":152},"019f7f71-dc46-72da-92a2-e47c4be2b142",[153,156,159],{"id":154,"optionText":155,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-727e-92a2-e47c4af939a1","que dir-lhe-ia",{"id":157,"optionText":158,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-729e-92a2-e47c4b4ba110","que lhe diria",{"id":160,"optionText":161,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-72be-92a2-e47c4bb7b0bc","que diria-lhe",{"id":163,"sentenceTemplate":164,"displayOrder":165,"explanation":166,"exampleSentence":167,"blanks":168},"019f7f71-dc46-73da-92a2-e47c4eaf6acf","Numa principal afirmativa em futuro, sem atrator e com o destinatário expresso pelo clítico «vos», a norma europeia formal pede: «A curadora __1__ o resultado no final.»",8,"A terceira pessoa do futuro «revelará» recebe «vos» em posição intermédia: «revelar-vos-á».","O presidente comunicar-lhe-á a decisão por escrito.",[169],{"id":170,"blankNumber":19,"options":171},"019f7f71-dc46-73a6-92a2-e47c4e88ccd4",[172,175,178],{"id":173,"optionText":174,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-734e-92a2-e47c4ce5f210","vos revelará",{"id":176,"optionText":177,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-736a-92a2-e47c4d320987","revelará-vos",{"id":179,"optionText":180,"isCorrect":24,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-738a-92a2-e47c4df2100f","revelar-vos-á",{"id":182,"sentenceTemplate":183,"displayOrder":184,"explanation":185,"exampleSentence":186,"blanks":187},"019f7f71-dc46-74c6-92a2-e47c4fa20581","A explicação histórica rigorosa da forma «dir-te-ei» é que __1__.",9,"O futuro desenvolveu-se a partir do infinitivo combinado com formas de «haver», cuja antiga autonomia ajuda a explicar a posição intermédia do clítico.","A origem perifrástica do futuro ajuda a compreender por que o pronome surge entre o radical e a terminação.",[188],{"id":189,"blankNumber":19,"options":190},"019f7f71-dc46-7472-92a2-e47c4f31bf08",[191,194,197],{"id":192,"optionText":193,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-741a-92a2-e47c4edb9766","a antiga combinação do infinitivo com «haver» ajuda a explicar a posição do clítico",{"id":195,"optionText":196,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-743a-92a2-e47c4f204f0a","o falante atual escolhe livremente o verbo «haver» depois de «dizer»",{"id":198,"optionText":199,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-745a-92a2-e47c4f29e2f8","o pronome pode ser inserido em qualquer tempo verbal",{"id":201,"sentenceTemplate":202,"displayOrder":203,"explanation":204,"exampleSentence":205,"blanks":206},"019f7f71-dc46-75ae-92a2-e47c5173aa7e","Para um falante contemporâneo, em «publicá-lo-ei», a terminação «-ei» __1__.",10,"Hoje, «-ei» faz parte do paradigma do futuro; a origem histórica não a transforma numa escolha independente do verbo «haver».","Em «ver-se-á», «-á» é analisado sincronicamente como terminação de futuro.",[207],{"id":208,"blankNumber":19,"options":209},"019f7f71-dc46-757a-92a2-e47c513a60c7",[210,213,216],{"id":211,"optionText":212,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-7512-92a2-e47c4ff64291","é uma palavra autónoma escolhida depois do infinitivo",{"id":214,"optionText":215,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-7532-92a2-e47c50ce185a","integra o paradigma verbal do futuro",{"id":217,"optionText":218,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-754e-92a2-e47c512e5bd3","marca sempre o presente do indicativo",{"id":220,"sentenceTemplate":221,"displayOrder":222,"explanation":223,"exampleSentence":224,"blanks":225},"019f7f71-dc46-767a-92a2-e47c547fd6e3","Os textos antigos apresentam próclise, mesóclise e ênclise com futuros e condicionais. Esse dado mostra que __1__.",11,"A distribuição histórica não foi totalmente uniforme; a norma escrita europeia estabilizou posteriormente a mesóclise nos contextos relevantes.","Uma ocorrência antiga deve ser interpretada no sistema da sua época, não apenas pela norma contemporânea.",[226],{"id":227,"blankNumber":19,"options":228},"019f7f71-dc46-7646-92a2-e47c539e3a8c",[229,232,235],{"id":230,"optionText":231,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-75ea-92a2-e47c52100f37","a mesóclise nunca pertenceu ao português",{"id":233,"optionText":234,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-760a-92a2-e47c530baa03","a norma atual reproduz sem variação todos os períodos antigos",{"id":236,"optionText":237,"isCorrect":24,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-762a-92a2-e47c539b65ed","a distribuição histórica variou antes da estabilização normativa",{"id":239,"sentenceTemplate":240,"displayOrder":241,"explanation":242,"exampleSentence":243,"blanks":244},"019f7f71-dc46-77d2-92a2-e47c59b984a6","Na terminologia mais comum em Portugal, «dir-se-ia» está no __1__; em muita terminologia gramatical brasileira, o mesmo tempo chama-se __2__.",12,"«Condicional» e «futuro do pretérito» são nomes diferentes para o mesmo paradigma; a designação não altera a forma mesoclítica.","«Aplicar-se-iam» conserva a mesma forma, independentemente do rótulo terminológico adotado.",[245,257],{"id":246,"blankNumber":19,"options":247},"019f7f71-dc46-7716-92a2-e47c570c6223",[248,251,254],{"id":249,"optionText":250,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-76ba-92a2-e47c54f1c516","condicional",{"id":252,"optionText":253,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-76da-92a2-e47c55ad8abc","presente",{"id":255,"optionText":256,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-76fa-92a2-e47c56501a74","pretérito perfeito",{"id":258,"blankNumber":32,"options":259},"019f7f71-dc46-77a2-92a2-e47c592a1908",[260,263,266],{"id":261,"optionText":262,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-774a-92a2-e47c5796422b","pretérito imperfeito",{"id":264,"optionText":265,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-776a-92a2-e47c58466c8e","futuro do pretérito",{"id":267,"optionText":268,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-7786-92a2-e47c58fc3ba6","mais-que-perfeito",{"id":270,"sentenceTemplate":271,"displayOrder":272,"explanation":273,"exampleSentence":274,"blanks":275},"019f7f71-dc46-78ae-92a2-e47c5bf105f1","A análise morfológica correta de «recordar-te-ei» é que __1__.",13,"O clítico «te» surge entre a base de futuro «recordar-» e a terminação «-ei», com dois hífenes que tornam visível a mesóclise.","Em «contar-lhe-emos», «lhe» ocupa a posição intermédia antes de «-emos».",[276],{"id":277,"blankNumber":19,"options":278},"019f7f71-dc46-787e-92a2-e47c5bb590f5",[279,282,285],{"id":280,"optionText":281,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-7826-92a2-e47c5a46ee1d","«te» inicia uma oração subordinada independente",{"id":283,"optionText":284,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-7846-92a2-e47c5a7d79ec","«-ei» funciona como pronome pessoal",{"id":286,"optionText":287,"isCorrect":24,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-7862-92a2-e47c5b42fd97","«te» ocupa a posição intermédia entre o verbo e «-ei»",{"id":289,"sentenceTemplate":290,"displayOrder":291,"explanation":292,"exampleSentence":293,"blanks":294},"019f7f71-dc46-7986-92a2-e47c5e6c8aa7","A origem do futuro ajuda a explicar a forma da mesóclise, mas não basta para interpretar o efeito de uma ocorrência atual. É ainda necessário considerar __1__.",14,"O género, a situação, a frequência da fórmula e a configuração dos clíticos determinam se a forma soa discreta, institucional, solene ou muito marcada.","«Dir-se-ia» pode integrar-se num ensaio, enquanto uma cadeia pronominal rara pode dominar uma mensagem quotidiana.",[295],{"id":296,"blankNumber":19,"options":297},"019f7f71-dc46-7952-92a2-e47c5e67f656",[298,301,304],{"id":299,"optionText":300,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-dc46-78fa-92a2-e47c5cd5ab0a","o género, a situação e a saliência da construção",{"id":302,"optionText":303,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-dc46-791a-92a2-e47c5d5b62f9","apenas a antiga presença do verbo «haver»",{"id":305,"optionText":306,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-dc46-7936-92a2-e47c5df4049a","somente o número de letras do verbo",{"title":308,"slug":309,"language":310},"Mesóclise como recurso retórico e estilístico","mesoclise-como-recurso-retorico-e-estilistico","pt"]