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Aquisição, transmissão familiar e línguas de contacto distribuem-se de maneiras diferentes.","Uma descrição conjunta pode comparar dados dos cinco países, desde que preserve a origem nacional e regional de cada amostra.",[17,33],{"id":18,"blankNumber":19,"options":20},"019f7f71-f62b-7b09-82b9-ceb868559b87",1,[21,25,29],{"id":22,"optionText":23,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62b-7a79-82b9-ceb865c44732","única",true,{"id":26,"optionText":27,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62b-7abd-82b9-ceb8667b11ce","escrita",false,{"id":30,"optionText":31,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62b-7ae5-82b9-ceb86756e96d","histórica",2,{"id":34,"blankNumber":32,"options":35},"019f7f71-f62b-7bb9-82b9-ceb86a1eb868",[36,39,42],{"id":37,"optionText":38,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-f62b-7b51-82b9-ceb868dba982","intermutáveis",{"id":40,"optionText":41,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-f62b-7b79-82b9-ceb869781b56","distintas",{"id":43,"optionText":44,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62b-7b99-82b9-ceb869bec78a","irrelevantes",{"id":46,"sentenceTemplate":47,"displayOrder":19,"explanation":48,"exampleSentence":49,"blanks":50},"019f7f71-f62b-7da1-82b9-ceb86f6a3869","Em meios urbanos de Angola, o português está fortemente __1__ e coexiste com numerosas línguas, sobretudo bantas; em Moçambique, há um contínuo entre português como língua __2__ e como língua adicional.","As duas ecologias incluem contacto com línguas bantas, mas não são idênticas. A nativização urbana angolana e o contínuo moçambicano L1\u002FL2 exigem descrições próprias.","Uma amostra de falantes que cresceram com português em Luanda não deve ser equiparada automaticamente a uma amostra L2 de outra região.",[51,63],{"id":52,"blankNumber":19,"options":53},"019f7f71-f62b-7cc1-82b9-ceb86ca03e2a",[54,57,60],{"id":55,"optionText":56,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62b-7c5d-82b9-ceb86afceebf","nativizado",{"id":58,"optionText":59,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62b-7c81-82b9-ceb86b979cc0","restrito à escola",{"id":61,"optionText":62,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62b-7ca5-82b9-ceb86c3956bd","sem contacto",{"id":64,"blankNumber":32,"options":65},"019f7f71-f62b-7d69-82b9-ceb86eeaecff",[66,69,72],{"id":67,"optionText":68,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-f62b-7d09-82b9-ceb86d11adae","administrativa apenas",{"id":70,"optionText":71,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-f62b-7d2d-82b9-ceb86dbd23e1","materna",{"id":73,"optionText":74,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62b-7d4d-82b9-ceb86e855a5b","extinta",{"id":76,"sentenceTemplate":77,"displayOrder":32,"explanation":78,"exampleSentence":79,"blanks":80},"019f7f71-f62c-70b6-8aa1-1e31447deead","Em Cabo Verde, o __1__ é a principal língua quotidiana da maioria; na Guiné-Bissau, o crioulo guineense funciona amplamente como língua __2__ e o uso regular do português é social e regionalmente __3__; em São Tomé e Príncipe, a nativização do português acompanha transmissão __4__ de crioulos locais em várias comunidades.","As três situações confirmam que o estatuto oficial do português não determina sozinho o repertório quotidiano. Cada país tem uma relação histórica específica entre português e línguas crioulas.","Uma análise escolar cabo-verdiana e uma entrevista comunitária guineense podem representar funções sociais muito diferentes do português.",[81,93,105,118],{"id":82,"blankNumber":19,"options":83},"019f7f71-f62b-7e59-82b9-ceb870ebcc14",[84,87,90],{"id":85,"optionText":86,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-f62b-7df9-82b9-ceb870191aa1","português europeu",{"id":88,"optionText":89,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-f62b-7e1d-82b9-ceb870c726e2","cabo-verdiano",{"id":91,"optionText":92,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62b-7e3d-82b9-ceb870e33784","forro",{"id":94,"blankNumber":32,"options":95},"019f7f71-f62b-7eed-82b9-ceb874209842",[96,99,102],{"id":97,"optionText":98,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62b-7e8d-82b9-ceb871e1ce04","veicular",{"id":100,"optionText":101,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62b-7eb1-82b9-ceb87258073a","exclusivamente litúrgica",{"id":103,"optionText":104,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62b-7ed1-82b9-ceb8732187f8","sem uso social",{"id":106,"blankNumber":107,"options":108},"019f7f71-f62b-7f81-82b9-ceb8767cc757",3,[109,112,115],{"id":110,"optionText":111,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-f62b-7f21-82b9-ceb87433ae9d","uniforme",{"id":113,"optionText":114,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-f62b-7f41-82b9-ceb874f4db27","desigual",{"id":116,"optionText":117,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62b-7f61-82b9-ceb875be913e","obrigatório para todos",{"id":119,"blankNumber":120,"options":121},"019f7f71-f62c-7082-8aa1-1e3143d14a7f",4,[122,125,128],{"id":123,"optionText":124,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7016-8aa1-1e3141437aae","reduzida",{"id":126,"optionText":127,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7042-8aa1-1e3141ecf77a","idêntica em todas as comunidades",{"id":129,"optionText":130,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7062-8aa1-1e3142d5f6e9","sem história",{"id":132,"sentenceTemplate":133,"displayOrder":107,"explanation":134,"exampleSentence":135,"blanks":136},"019f7f71-f62c-7266-8aa1-1e3149221726","Uma forma recolhida numa única entrevista é um dado de um falante e de uma situação, não «a regra» de um país. Antes de generalizar, é preciso considerar região, idade, escolarização, repertório familiar, mobilidade e __1__ __2__.","A nacionalidade não apaga a variação interna. O género discursivo pode pesar tanto como mobilidade, história familiar ou escolarização.","Uma entrevista informal no Príncipe não representa automaticamente a escrita administrativa de São Tomé.",[137,149],{"id":138,"blankNumber":19,"options":139},"019f7f71-f62c-719e-8aa1-1e3147989673",[140,143,146],{"id":141,"optionText":142,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-713a-8aa1-1e31457cca41","género",{"id":144,"optionText":145,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-715e-8aa1-1e314606ff46","alfabeto",{"id":147,"optionText":148,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7182-8aa1-1e31470361a9","tamanho",{"id":150,"blankNumber":32,"options":151},"019f7f71-f62c-722e-8aa1-1e314901c413",[152,155,158],{"id":153,"optionText":154,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-71d6-8aa1-1e3148226fb7","discursivo",{"id":156,"optionText":157,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-71f6-8aa1-1e3148897a07","continental obrigatório",{"id":159,"optionText":160,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7212-8aa1-1e31489ccf41","tipográfico",{"id":162,"sentenceTemplate":163,"displayOrder":120,"explanation":164,"exampleSentence":165,"blanks":166},"019f7f71-f62c-73de-8aa1-1e314d4370ad","Para classificar um padrão como uso nacional estabilizado, procura-se recorrência entre falantes locais, incluindo falantes de português __1__, e presença em mais de um __2__.","Um uso estabilizado não se apoia apenas em aprendentes nem numa ocorrência isolada. A difusão por falantes L1 e por géneros distintos reforça o alcance da descrição.","Uma construção encontrada na conversa e na imprensa local, entre falantes L1, oferece evidência diferente de um único exemplo escolar.",[167,179],{"id":168,"blankNumber":19,"options":169},"019f7f71-f62c-731a-8aa1-1e314b8959c3",[170,173,176],{"id":171,"optionText":172,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-72be-8aa1-1e3149b70bd0","como primeira língua",{"id":174,"optionText":175,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-72de-8aa1-1e314a0e38cf","apenas em tradução",{"id":177,"optionText":178,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-72fa-8aa1-1e314aab43ec","sem comunidade",{"id":180,"blankNumber":32,"options":181},"019f7f71-f62c-73a6-8aa1-1e314cfbe3ba",[182,184,187],{"id":183,"optionText":142,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-734e-8aa1-1e314babcfb6",{"id":185,"optionText":186,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-736e-8aa1-1e314bd418e2","continente",{"id":188,"optionText":189,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-738a-8aa1-1e314c54da00","sinal gráfico",{"id":191,"sentenceTemplate":192,"displayOrder":193,"explanation":194,"exampleSentence":195,"blanks":196},"019f7f71-f62c-7576-8aa1-1e3151f19671","Uma convergência possivelmente ligada a uma língua do repertório constitui hipótese de efeito de __1__; uma solução de quem adquire português como língua adicional pode pertencer a uma variedade de __2__. As duas camadas não são equivalentes.",5,"O contacto propõe uma relação histórica e estrutural entre sistemas. A variedade de aprendente descreve uma etapa ou solução persistente de aquisição L2, que não prova por si só mudança comunitária.","Uma estrutura usada ocasionalmente por um adulto L2 não deve ser atribuída de imediato à gramática de todos os falantes locais.",[197,209],{"id":198,"blankNumber":19,"options":199},"019f7f71-f62c-749a-8aa1-1e314f8ee392",[200,203,206],{"id":201,"optionText":202,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7432-8aa1-1e314d482122","contacto",{"id":204,"optionText":205,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7452-8aa1-1e314e2564fd","pontuação",{"id":207,"optionText":208,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7472-8aa1-1e314ed584a5","citação",{"id":210,"blankNumber":32,"options":211},"019f7f71-f62c-753e-8aa1-1e315183e3e3",[212,215,218],{"id":213,"optionText":214,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-74e2-8aa1-1e314fb111a4","prestígio",{"id":216,"optionText":217,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7502-8aa1-1e31508ab3d2","aprendente",{"id":219,"optionText":220,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7522-8aa1-1e315163fc2c","literatura",{"id":222,"sentenceTemplate":223,"displayOrder":224,"explanation":225,"exampleSentence":226,"blanks":227},"019f7f71-f62c-76f2-8aa1-1e31570f6be0","Uma norma em construção resulta da __1__ e codificação de usos para escola, administração, dicionários e gramáticas nacionais. Codificar uma norma endógena __2__ inventar uma variedade do nada.",6,"A padronização escolhe, descreve e estabiliza formas já presentes no uso socialmente reconhecido. Em Angola, esta discussão é explícita e continua em curso.","Uma gramática nacional pode registar uma forma culta recorrente antes ausente dos manuais importados.",[228,240],{"id":229,"blankNumber":19,"options":230},"019f7f71-f62c-762e-8aa1-1e31545d0043",[231,234,237],{"id":232,"optionText":233,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-75ca-8aa1-1e31527aa762","seleção",{"id":235,"optionText":236,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-75ee-8aa1-1e3152efa60f","tradução automática",{"id":238,"optionText":239,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-760e-8aa1-1e3153eaa7cd","eliminação integral",{"id":241,"blankNumber":32,"options":242},"019f7f71-f62c-76ba-8aa1-1e315642d8f4",[243,246,249],{"id":244,"optionText":245,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7662-8aa1-1e31551429ee","significa necessariamente",{"id":247,"optionText":248,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7682-8aa1-1e315582aa3c","não significa",{"id":250,"optionText":251,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-769e-8aa1-1e3155a1629e","dispensa qualquer uso social para",{"id":253,"sentenceTemplate":254,"displayOrder":255,"explanation":256,"exampleSentence":257,"blanks":258},"019f7f71-f62c-786e-8aa1-1e315c22947a","Uma inovação surgida em aquisição pode difundir-se, ser adquirida por crianças como L1 e tornar-se __1__; uma transferência ocasional, em sentido inverso, não constitui necessariamente mudança na gramática da __2__.",7,"As camadas podem sobrepor-se ao longo do tempo, mas a passagem de uma solução individual para um padrão comunitário precisa de evidência de difusão e nativização.","O uso recorrente entre gerações tem alcance diferente de uma hesitação isolada numa tarefa de aprendizagem.",[259,271],{"id":260,"blankNumber":19,"options":261},"019f7f71-f62c-77a2-8aa1-1e3158c908bf",[262,265,268],{"id":263,"optionText":264,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7746-8aa1-1e31574407ba","estável",{"id":266,"optionText":267,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7766-8aa1-1e3157c5249d","sempre transitória",{"id":269,"optionText":270,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7782-8aa1-1e3158507c7f","invisível",{"id":272,"blankNumber":32,"options":273},"019f7f71-f62c-783a-8aa1-1e315b2b2ea6",[274,277,280],{"id":275,"optionText":276,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-77d6-8aa1-1e315977022f","comunidade",{"id":278,"optionText":279,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-77f2-8aa1-1e3159ab8c25","frase apenas",{"id":281,"optionText":282,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-781a-8aa1-1e315a651e46","ortografia",{"id":284,"sentenceTemplate":285,"displayOrder":286,"explanation":287,"exampleSentence":288,"blanks":289},"019f7f71-f62c-79e2-8aa1-1e315e8e9399","Atribuir automaticamente um traço ao contacto é inadequado: o contacto deve ser tratado como uma hipótese __1__ e estrutural, comparada com explicações __2__ ao português.",8,"Uma semelhança superficial não basta. A análise deve reconstruir a história sociolinguística e testar se tendências internas do português explicam melhor a distribuição.","Uma preposição presente em várias variedades do português pode ter origem interna, mesmo quando ocorre numa comunidade multilingue.",[290,301],{"id":291,"blankNumber":19,"options":292},"019f7f71-f62c-791e-8aa1-1e315d8d0d17",[293,295,298],{"id":294,"optionText":31,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-78c2-8aa1-1e315c2c25c1",{"id":296,"optionText":297,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-78e2-8aa1-1e315cbb3081","automática",{"id":299,"optionText":300,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7902-8aa1-1e315ce66634","meramente ortográfica",{"id":302,"blankNumber":32,"options":303},"019f7f71-f62c-79ae-8aa1-1e315e63c500",[304,307,310],{"id":305,"optionText":306,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7952-8aa1-1e315d97546e","internas",{"id":308,"optionText":309,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7972-8aa1-1e315d9e2d09","sem dados",{"id":311,"optionText":312,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-798e-8aa1-1e315e4df460","tipográficas",{"id":314,"sentenceTemplate":315,"displayOrder":316,"explanation":317,"exampleSentence":318,"blanks":319},"019f7f71-f62c-7b5a-8aa1-1e3162689a75","O Corpus África reúne subcorpora __1__ dos cinco países e conserva a origem dos dados; uma amostra centrada em Maputo ou no Libolo permite análise local, mas tem alcance geográfico mais __2__.",9,"A comparabilidade facilita o contraste entre países sem os fundir. Projetos locais podem oferecer grande detalhe, porém não autorizam conclusões nacionais automáticas.","Um corpus de uma cidade pode revelar condicionamentos internos que uma comparação continental não mostra, desde que o título da conclusão mantenha essa escala.",[320,332],{"id":321,"blankNumber":19,"options":322},"019f7f71-f62c-7a96-8aa1-1e31605c7400",[323,326,329],{"id":324,"optionText":325,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7a36-8aa1-1e315f0e9ffa","comparáveis",{"id":327,"optionText":328,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7a56-8aa1-1e315ffc5144","anónimos quanto ao país",{"id":330,"optionText":331,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7a76-8aa1-1e315ffdb31b","sem metadados",{"id":333,"blankNumber":32,"options":334},"019f7f71-f62c-7b26-8aa1-1e3161fd6ebf",[335,338,341],{"id":336,"optionText":337,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7aca-8aa1-1e3160c1c037","universal",{"id":339,"optionText":340,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7aea-8aa1-1e31614017fa","limitado",{"id":342,"optionText":343,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7b0a-8aa1-1e31617c97c8","continental",{"id":345,"sentenceTemplate":346,"displayOrder":347,"explanation":348,"exampleSentence":349,"blanks":350},"019f7f71-f62c-7cde-8aa1-1e3165f605f1","Para avaliar uma generalização, verifica-se se o corpus contém fala espontânea ou escrita, se os participantes são L1 ou L2 e se representa regiões e níveis de __1__. Também importa saber se a forma chega à escrita local __2__.",10,"Modalidade, aquisição, região, escolarização e monitorização condicionam os resultados. Sem estes metadados, a frequência bruta pode misturar populações e géneros distintos.","Uma comparação robusta separa entrevistas informais, imprensa revista e textos escolares antes de calcular frequências.",[351,362],{"id":352,"blankNumber":19,"options":353},"019f7f71-f62c-7c1a-8aa1-1e3163a9bc2f",[354,357,359],{"id":355,"optionText":356,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7bba-8aa1-1e3162c338f0","escolaridade",{"id":358,"optionText":205,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7bda-8aa1-1e316361931c",{"id":360,"optionText":361,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7bfa-8aa1-1e316361cb4c","extensão territorial apenas",{"id":363,"blankNumber":32,"options":364},"019f7f71-f62c-7caa-8aa1-1e31653f2dfc",[365,368,371],{"id":366,"optionText":367,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7c4e-8aa1-1e3163b37950","monitorizada",{"id":369,"optionText":370,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7c6e-8aa1-1e3164498674","sem autores",{"id":372,"optionText":373,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7c8e-8aa1-1e3164e31b05","traduzida obrigatoriamente",{"id":375,"sentenceTemplate":376,"displayOrder":377,"explanation":378,"exampleSentence":379,"blanks":380},"019f7f71-f62c-7e56-8aa1-1e316c5a71b6","Dois ou três exemplos demonstram mera __1__, não um padrão frequente. Uma conclusão mais ampla exige distribuição recorrente e comparação entre falantes, regiões ou __2__.",11,"A possibilidade de ocorrência e a frequência são perguntas diferentes. Poucos dados podem motivar pesquisa, mas não sustentam uma regra nacional.","Três ocorrências numa entrevista justificam registo cuidadoso, não a afirmação «é assim que se fala no país».",[381,393],{"id":382,"blankNumber":19,"options":383},"019f7f71-f62c-7d92-8aa1-1e316886b50c",[384,387,390],{"id":385,"optionText":386,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7d36-8aa1-1e3166d51985","possibilidade",{"id":388,"optionText":389,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7d56-8aa1-1e31675cb53d","obrigatoriedade",{"id":391,"optionText":392,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7d76-8aa1-1e31679205ac","norma nacional",{"id":394,"blankNumber":32,"options":395},"019f7f71-f62c-7e22-8aa1-1e316b9ce2c9",[396,399,402],{"id":397,"optionText":398,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7dc6-8aa1-1e31696a27c3","géneros",{"id":400,"optionText":401,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7de6-8aa1-1e316a4daa25","letras",{"id":403,"optionText":404,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7e06-8aa1-1e316b1f0ac6","continentes",{"id":406,"sentenceTemplate":407,"displayOrder":408,"explanation":409,"exampleSentence":410,"blanks":411},"019f7f71-f62d-7040-90b5-1c75841cf40a","Um romance pode construir conscientemente vozes locais, mas não substitui uma amostra __1__; um texto escolar pode refletir a norma europeia ensinada e __2__ opções correntes na fala culta nacional.",12,"Literatura e escola são fontes relevantes, porém respondem a perguntas diferentes. A primeira pode estilizar; a segunda pode filtrar usos locais por orientação normativa.","Uma personagem literária não representa todos os falantes, e uma redação corrigida não revela necessariamente toda a competência oral do aluno.",[412,424],{"id":413,"blankNumber":19,"options":414},"019f7f71-f62c-7f12-8aa1-1e316eee7962",[415,418,421],{"id":416,"optionText":417,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7eaa-8aa1-1e316ca75c3f","sociolinguística",{"id":419,"optionText":420,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7eca-8aa1-1e316da2a069","tipográfica",{"id":422,"optionText":423,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7eea-8aa1-1e316e33565c","lexicográfica por definição",{"id":425,"blankNumber":32,"options":426},"019f7f71-f62d-7004-90b5-1c7583c5429d",[427,430,433],{"id":428,"optionText":429,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62c-7f4a-8aa1-1e316fb91e63","ocultar",{"id":431,"optionText":432,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62c-7f6a-8aa1-1e31705ec747","criar todas as",{"id":434,"optionText":435,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62c-7f86-8aa1-1e31710dc721","provar automaticamente as",{"id":437,"sentenceTemplate":438,"displayOrder":439,"explanation":440,"exampleSentence":441,"blanks":442},"019f7f71-f62d-73f0-90b5-1c7588f1ba16","Uma explicação causal de contacto procura correspondência __1__ na língua relevante, uso social efetivo das duas línguas e concentração __2__ do traço onde a história de contacto a prevê.",13,"As três provas são estrutural, social e distributiva. A ausência de uma delas enfraquece a atribuição causal, mesmo quando existe semelhança formal.","Um paralelo gramatical só ganha força causal se os falantes tiverem contacto plausível e a distribuição acompanhar essa história.",[443,455],{"id":444,"blankNumber":19,"options":445},"019f7f71-f62d-71b4-90b5-1c75870f3dba",[446,449,452],{"id":447,"optionText":448,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62d-70c4-90b5-1c758453ae64","estrutural",{"id":450,"optionText":451,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62d-7110-90b5-1c75854bb924","alfabética",{"id":453,"optionText":454,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62d-7158-90b5-1c75861a6023","editorial",{"id":456,"blankNumber":32,"options":457},"019f7f71-f62d-7360-90b5-1c7588a441bc",[458,461,464],{"id":459,"optionText":460,"isCorrect":28,"displayOrder":9},"019f7f71-f62d-7248-90b5-1c75874819a4","aleatória por definição",{"id":462,"optionText":463,"isCorrect":24,"displayOrder":19},"019f7f71-f62d-72ac-90b5-1c75881ddaf9","distributiva",{"id":465,"optionText":466,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62d-7308-90b5-1c758899d878","apenas ortográfica",{"id":468,"sentenceTemplate":469,"displayOrder":470,"explanation":471,"exampleSentence":472,"blanks":473},"019f7f71-f62d-7970-90b5-1c758bfe25f1","As línguas bantas de Angola e Moçambique não formam um substrato __1__; os crioulos de Cabo Verde e da Guiné-Bissau são línguas __2__, não «português incorreto»; e «para» destinatário não prova transferência local, pois também ocorre __3__.",14,"Cada ecologia envolve línguas e histórias específicas. A autonomia dos crioulos e a pluralidade banta impedem explicações continentais simplistas; além disso, «para» ocorre noutras variedades do português.","Em São Tomé e Príncipe, português, forro, angolar e lung’ie devem ser relacionados segundo dados históricos próprios, não por um rótulo único de substrato.",[474,486,498],{"id":475,"blankNumber":19,"options":476},"019f7f71-f62d-75f8-90b5-1c758a2d60a8",[477,480,483],{"id":478,"optionText":479,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62d-74f4-90b5-1c75892e7192","único",{"id":481,"optionText":482,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62d-7550-90b5-1c7589bf47de","diverso",{"id":484,"optionText":485,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62d-75a8-90b5-1c758a13d50a","historicamente complexo",{"id":487,"blankNumber":32,"options":488},"019f7f71-f62d-7768-90b5-1c758b908329",[489,492,495],{"id":490,"optionText":491,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62d-7668-90b5-1c758a67f519","autónomas",{"id":493,"optionText":494,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62d-76ac-90b5-1c758ab2791c","erros escolares",{"id":496,"optionText":497,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62d-7700-90b5-1c758b29d71c","dialetos do português europeu",{"id":499,"blankNumber":107,"options":500},"019f7f71-f62d-78e8-90b5-1c758bf09bdf",[501,504,507],{"id":502,"optionText":503,"isCorrect":24,"displayOrder":9},"019f7f71-f62d-77f4-90b5-1c758b9e09cd","noutras variedades do português",{"id":505,"optionText":506,"isCorrect":28,"displayOrder":19},"019f7f71-f62d-7848-90b5-1c758beb1ac0","apenas numa língua banta",{"id":508,"optionText":509,"isCorrect":28,"displayOrder":32},"019f7f71-f62d-78a0-90b5-1c758becbccf","sem qualquer história interna",{"title":511,"slug":512,"language":513},"Variedades africanas e contacto linguístico no espaço lusófono","tracos-morfossintaticos-das-variedades-africanas","pt"]